Mas que alegria ter visto ontem no cimena, o filme Star Trek. Foi muito legal, a nostalgia estava a mil. Imaginem vocês que na época que passava o seriado eu era um garoto e meu personagem preferido era o Spock.
O Spock era inteligente, de outro planeta (Vulcano), sério, um cara que nunca sorria, mas mesmo assim gostava muito dele. Minha emoção agigantou-se quando o prime Spock apareceu nas filmagens, já bem velhinho, mas com muita disposição. Foi muito bom, aproveitem pois vale a pena.
Segue abaixo uma consulta que fiz na Wikipédia

Trek (em Portugal O Caminho das Estrelas; no Brasil Jornada nas Estrelas) é uma marca de ficção científica estadunidense criada pelo roteirista e produtor Gene Roddenberry na década de 1960 e posteriormente desenvolvida por ele e por outros produtores. O universo ficcional de Star Trek é o cenário de seis séries televisivas, onze filmes para o cinema, centenas de livros – romances, banda desenhada, desenho animado, enciclopédias, dicionários, “manuais técnicos” e mesmo textos científicos e filosóficos -, dúzias de jogos para computador e consoles e um parque temático em Las Vegas.
No “universo” de Star Trek, a humanidade desenvolveu a tecnologia das viagens espaciais mais rápidas que a luz após uma fase pós-apocalíptica em meados do século XXI. Posteriormente, os seres humanos uniram-se a outras espécies da galáxia para formar a Federação Unida de Planetas. Resultado da intervenção alienígena e do progresso científico, a humanidade, na altura do século XXIII, já teria superado muitos de seus defeitos e vicissitudes, teria erradicado doenças e a pobreza e se dedicaria a explorar novos mundos. As histórias de Star Trek costumam descrever as aventuras de seres humanos e alienígenas que servem na Frota Estelar da Federação.
Os protagonistas são, em geral, altruístas, com ideais que por vezes são aplicados de maneira imperfeita aos dilemas apresentados nas histórias. Os conflitos e a dimensão política de Star Trek formam alegorias que representam as realidades culturais de hoje: a série original comentava a realidade dos anos 1960, do mesmo modo que as séries posteriores refletem os valores e questões da época em que foram produzidas. Em geral, as séries abordam temas como guerra e paz, autoritarismo, imperialismo, conflito de classes, racismo, direitos humanos, sexismo e feminismo e o papel da tecnologia.
Televisão
O fenômeno Star Trek surgiu como uma série de televisão em 1966, após seis anos de planejamento. Embora a série original (1966-1969) tenha sido cancelada após a terceira temporada, devido à baixa audiência, serviu de base para outras cinco séries televisivas de Star Trek. As seis séries totalizam 726 episódios, aos quais se acrescentam onze longa-metragens para o cinema. Isto faz de Star Trek o mais prolífico universo de ficção científica da história depois de Doctor Who.
Nos anos 1960, a série fez história por ter introduzido um personagem russo em plena Guerra Fria, o tenente Pavel Chekov, navegador, e uma atriz negra, Nichelle Nichols, para um papel destacado num período onde a segregação racial ainda era muito forte nos EUA. Nichols, personificando a tenente Uhura, oficial de comunicações, teve ainda o mérito de protagonizar com William Shatner o primeiro beijo interracial da televisão estadunidense.[1]
A série original (1966–1969)
Ver artigo principal: Star Trek: A Série Original
O ator James Doohan, que interpretava o engenheiro-chefe Scotty.
Star Trek (abreviada para TOS, de The Original Series) estreou na estação televisiva NBC em 8 de Setembro de 1966. Contava a história de uma tripulação da nave estelar USS Enterprise da Federação dos Planetas Unidos e as suas aventuras “onde nenhum homem se tinha atrevido a estar antes” (“onde nenhum homem jamais esteve”, no Brasil). Numa visão utópica do século XXIII, estes personagens encontravam-se numa missão de cinco anos para explorar novos mundos e procurar novas formas de vida e civilizações.
A série teve um filme piloto, com Jeffrey Hunter como o capitão da nave estelar. O filme terminou por não ser exibido, mas suas imagens foram aproveitadas num episódio em duas partes da série. Os únicos atores da série a participar do filme foram Leonard Nimoy, como Spock, e Majel Barrett, como “Número Um” (“Imediato“), personagem que não foi incluída na série por exigência da Paramount. Majel Barrett (que viria a casar-se com Gene Roddenberry) continuou na série no papel da enfermeira Christine Chapel.
Os níveis de audiência eram baixos e a renovação de contratos publicitários difícil, pelo que houve intenção da cancelar no final da segunda temporada. Deve-se aos fãs da série e à sua campanha sem precedentes ter convencido a NBC a produzir uma terceira temporada. O último episódio desta foi transmitido em 3 de Junho de 1969, muitos culpando as fracas audiências desta temporada o ter passado a ser transmitido às sexta-feiras à noite.
A série tornou-se um fenómeno de popularidade crescente com a repetição em outros canais dos seus episódios, fazendo aumentar o número de fãs, os quais são denominados Trekkies. Inclusivamente, o regresso de uma nova série (Star Trek: Fase Dois) com os mesmos actores esteve iminente com o início das filmagens dez anos mais tarde, mas os responsáveis acabariam por voltar atrás nas suas intenções e optarem por lançar um filme para os cinemas, Star Trek: The Motion Picture (“O Caminho das Estrelas — O Filme”, em Portugal; no Brasil, “Jornada nas Estrelas: O Filme”), o primeiro de seis com os personagens da série original. O sétimo incluiria ainda alguns personagens da TOS.
Exibição
No Brasil, a série estreou pela extinta TV Excelsior no final dos anos 1960 e foi reexibida pela Rede Bandeirantes, Rede Manchete, Rede Record e Canal USA. Recentemente foi exibida pela Rede 21. As três temporadas também foram lançadas em DVD no mercado brasileiro.
Star Trek e a sociedade
Star Trek tornou-se uma indústria multi-bilionária, hoje de propriedade da CBS. Ao criar o universo ficcional, Gene Roddenberry pretendeu contar histórias sofisticadas usando situações futurísticas como analogias para problemas atuais na Terra. A linha de abertura da série original, “Audaciosamente indo onde nenhum homem jamais esteve”, foi inspirada, quase integralmente, de uma brochura da Casa Branca acerca do espaço, produzida após o lançamento do Sputnik, em 1957. O trio central da narrativa, Kirk, Spock e McCoy, foi moldado conforme padrões mitológicos. Roddenberry incluiu uma tripulação multi-étnica, aludindo à diversidade humana e a circunstâncias políticas da época.
Star Trek e seus sub-produtos mostraram-se altamente populares em reprises na televisão e aparecem hoje em canais de TV de todo o mundo. O impacto cultural das séries inclui convenções de fãs e uma subcultura própria.
Considera-se que as séries motivaram o design de muitas tecnologias atuais, como o Tablet PC, o PDA, o telefone celular e o exame de ressonância magnética.
Em 1976, após uma campanha de fãs por meio de cartas, a NASA deu o nome Enterprise a um dos seus ônibus espaciais.
[editar] Trekkers ou Trekkies
São chamados de trekkies ou trekkers os fãs das séries que compõem o universo de Star Trek. Não existe consenso sobre a diferença entre um e outro, mas alguns fãs que se autodenominam trekkers não gostam de ser chamados de trekkies e vice-versa.
A partir dos anos 1970, os trekkies (ou trekkers) popularizaram práticas como o Cosplay, o Fanfiction e as Convenções de fãs.