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Louça suja

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Lavar louças.

 

Muitas pessoas não gostam de lavar louças. Não pense que você está errado, eu também não gosto, afinal lavar louças não é algo que me acrescente muito.

Teve uma vez que uma pessoa disse que gostava de lavar louças. Na verdade ela apenas gostava de ajudar, pois quando disse que eu era proprietário de um hotel e que tinha muita coisa para ele lavar, mudou de opinião rapidamente.

Mas como é importante que alguém faça essa tarefa, dessarte, decidi incrementar. Ao lavar os pratos, copos e talheres, faço isso ouvindo música erudita.

Neste domingo onde a louça já fazia um morro e por minha sorte já era minha vez de lavar. Então fui buscar meu mp4 e os fones.

Foi legal, pois eu ouvi Bach, Caruzzo e  Pavarotti. <a

Enquanto ouvia, fiquei viajando, por instantes estava na Europa vislumbrando o seu cenário, fui longe e alimentei a minha mente com bons pensamentos. Aqueles instantes de tarefa doméstica simples, transformaram-se em momentos de alegria, de solitude, foi bom.

A localização da consciência consiste em prestar atenção a uma determinada área do corpo. Um órgão, um músculo ou grupo muscular, uma articulação, um chakra, etc.

Regra de localização da consciência:

Localize sua consciência na região mais solicitada pelo ásana.

Como é que se faz isso? Muito simples. Qualquer ásana sempre solicita a nossa atenção naturalmente para uma ou outra parte do nosso corpo. Basta ceder à solicitação natural e pensar nessa parte. Por exemplo: durante a execução de um trikônásana, flexão lateral em pé, um praticante com escoliose poderá sentir a sua atenção solicitada para a coluna, pois ela está sendo trabalhada; no entanto, executando a mesma técnica, outro praticante que tenha excesso de gordura sentirá a solicitação no cinturão adiposo. Cada qual deverá levar a atenção, a consciência, para a respectiva  região e cada qual receberá uma concentração maior de efeitos nessa parte do corpo que está mais carente de cuidados.

Quando você localiza a consciência numa região do seu corpo, direciona para lá um jorro de energia vital. Essa energia é denominada prána. Ela eleva a temperatura da região na qual você concentra sua atenção, estimula hiperemia, um maior afluxo de sangue e, com isso, contribui notavelmente para a regeneração de tecidos, a vitalização de órgãos e músculos, a eliminação de potenciais enfermidades, estimula chakras e aumenta a flexibilidade. Não é preciso mentalizar nada.

Apenas localizar a consciência na região.

Teste nº 1: como demonstrar que o fenômeno fisiológico ocorre realmente? Simples. Sente-se em qualquer ásana de meditação. Mas não medite. Coloque as mãos na mesma altura. Podem ficar no chão ou sobre os joelhos. Passe, então, a concentrar-se sobre a sua mão direita. Não mentalize nada em especial. Apenas localize a consciência e repita mentalmente: “mão direita, minha mão direita, tenho uma mão direita, minha mão direita tem músculos. Minha mão direita tem ossos, minha mão direita tem veias e artérias, sinto o tato da minha mão direita, sinto a temperatura da minha mão direita.”, etc.

O objetivo disso é evitar que sua mente se disperse. Você precisa permanecer concentrado na sua mão direita. Um praticante de Yôga mais experiente não precisa verbalizar nada. Mantenha o exercício de localização da consciência durante 5 minutos.

Depois, abra os olhos e compare as duas mãos; aquela na qual se concentrou vai estar mais avermelhada de sangue. Em seguida, toque com uma palma na outra para sentir a temperatura. A direita vai estar mais quente. Procure fazer esse teste com um grupo de amigos e verá que interessante. Em média, sessenta a setenta por cento das pessoas leigas já na primeira tentativa conseguem resultados excelentes (assombrosos,para eles!). Os fracassos, devem-se unicamente à sua falta de concentração e à dispersão mental.

O que se despreende daí?

1.  Que se desejar exceder uma função curativa sobre um órgão poderá dar-lhe um banho de energia térmica e concentração sanguínea, como a que o corpo costuma providenciar em casos agudos na forma que conhecemos pelo nome de inflamação.  Só que neste caso seria uma inflamação voluntária e controlada pela sua vontade!

2.  Que se deseja que uma articulação ceda ou um músculo se alongue, poderá aplicar essa mesma forma de calor interno, bem mais eficiente que o aquecimento de fora para dentro.

3.  Que se você estiver com uma dor, poderá atenuá-la, conduzindo a localização da consciência para outro lugar.

4.  Que se sofrer um acidente poderá reduzir a hemorragia produzindo uma isquemia na região afetada.

(texto extraído do livro Tratado de Yôga, Mestre DeRose, pág 286 e 287, 1ª edição.)

Respiração completa.

 

 Respiração completa.

 

 

Regra número um; respiração estritamente nasal. Nós seres humanos nascemos respirando pelo nariz, basta observar um recém nascido, afinal você não vê um bebê respirando pela boca.  Então por algum motivo desaprendemos o que a natureza nos concedeu.

E é claro que é muito mais inteligente respirar pelas narinas, veja só, a natureza equipou-as de todos os mecanismos necessários de defesa. Ficamos protegidos do ar frio e os cílios filtram o ar, protegendo os pulmões.

A principal missão dos órgãos olfativos é a absorção de prána do ar. Os órgãos do olfato e a superfície olfativa não constituem apenas um mecanismo de sinalização de cheiros ou perfumes, senão também a válvula de admissão de prána. Se alguém pusesse em dúvida a veracidade dessa afirmativa, uma simples experiência bastaria a convencê-lo. Cada qual pode fazê-lo sozinho. Quando realizamos uma excursão por altas montanhas ou pela praia onde o prána é abundante, respiramos profundamente e logo, sentimos um grande  “alce” restaurador, que nos aumenta as forças. Respiremos, depois a mesma quantidade de ar pela boca, e já não sentiremos mais o mesmo efeito. O ar absorvido oralmente é insípido e desenxabido – falta-lhe o cheiro, o prána. E no entanto, estamos respirando o mesmo ar. Quando apanhamos um forte resfriado e não podemos respirar pelo nariz, perdemos rapidamente as forças, pela que nos faz a quantidade de prána que normalmente é absorvida pelo nariz.

O nariz nos protege contra as bactérias do ar.

A boca carece dos elementos de defesa do nariz.

Cada órgão deveria servir ao seu verdadeiro  propósito.

Técnica de respiração:

Rája pránáyáma – respiração completa, sem ritmo, sem bandhas.

a)      Inspirar projetando o abdômen para fora, em seguida, as costelas para os lados e finalmente, dilatando a parte alta do tórax, sem contar ritmo;

b)      Reter o ar nos pulmões por alguns segundos, sem contar ritmo;

c)       Expirar, soltando o ar primeiramente da parte alta, depois da parte média e finalmente da parte baixa dos pulmões.

Oba! Vamos tomar um chai!

Que legal essa entrevista do DeRose, assista também!

Algum tempo atrás era quem fazia o chai, já bem cedinho eu estava preparando esta deliciosa bebida, com as especiarias. Se você é aluno antigo da Unidade Alto da XV, com certeza já experimentou o meu chai,.

Não é difícil de prepará-lo, veja no vídeo e aprenda, vai ser bem gostoso.

Agora quem o faz é o Aluno Rafael, que aprendeu o Marcos e que aprendeu comigo. É o melhor chai do mundo ! Hehehe, ainda bem que ensinei direitinho.

Mestre DeRose

Mestre DeRose.

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Quem é esse cara? Quem ainda não conhece pode ter muitas dúvidas, mas quem conhece não tem dúvida nenhuma, esse cara é um amigão.

Neste feriadão teve um curso em São Paulo, e eu estava indo pra lá junto com meus amigos, o Felipe a Júlia e a Ana Lúcia, todos somos instrutores. Marcamos a viagem e saímos bem cedinho no domingo de manhã, só que veio o imprevisto, uma chuva torrencial, na estrada, e depois da curva tal, rodamos e saímos da rodovia. Nossa! Que sorte, não aconteceu nada com ninguém! E o carro sofreu pequenos arranhões.

Então retornamos para Curitiba, pois não havia mais condições de prosseguir.

Logo depois do almoço recebo uma ligação do Mestre DeRose:

_ Alô, Tiago?

_ Sim…(estava ainda sonolento)

_ Aqui é o DeRose. Como você está?

Esse cara não é demais? Lá em São Paulo, antes do curso, ele já sabia do ocorrido e me ligou pra saber como eu estava. Demais Né!

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 Vou contar como conheci o DeRose.

Há nove anos atrás, resolvi praticar o Método DeRose, não sabia nada, por isso mesmo resolvi experimentar. Fui muito bem recepcionado pelo professor Rogério Brant e já nas primeiras semanas gostei muito do Método, e ganhei muita experiência com o Rogério, pois ele sempre estava mais próximo do Mestre, já era um meio de receber o conhecimento. Porém sempre surgem as dúvidas, como era novato, não tinha aquela noção de seriedade sobre o assunto (Yôga), então fui às pesquisas, li os livros do DeRose e livros de outros autores de outras linhas e então percebi que esse Método que até hoje pratico é muito bom.

Um dia conheci pessoalmente o Mestre DeRose, lembro-me bem,  fomos até São Paulo num evento de várias linhas de Yôga e logo apareceu o Mestre, até então ele nunca tinha me visto, e me deu um abração que eu fiquei comovido. Foi o primeiro impacto.

Claro que depois fiz vários cursos, aqui em Curitiba e fora dela, e fiz a complementação pedagógica, onde depois me tornei  instrutor do Método DeRose, foi assistindo o vídeo 19 sobre Karma e Dharma, foi na segunda vez que assisti é que eu me motivei de verdade, assista você também se você for aluno do nosso método, ou assista no site, www.derose.org.br, assista as web classes, que são de graça.

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Coreografias

Coreografias.

 

Uma das características mais importantes do Método DeRose, é a aula ministrada pelo instrutor em formato de coreografia. Os melhores instrutores do Método DeRose estruturam suas aulas de maneira que o aluno execute passagens entre uma técnica e outra, criando um encadeamento harmonioso através dos ásanas. Evidentemente, para ensinar o Método assim, é preciso que o instrutor esteja sempre estudando e participando de cursos com professores altamente especializados.

Aqueles que realmente entenderam a mensagem do sistematizador dão aulas com o conteúdo, do início ao fim do sexto anga, em formato de coreografia. E, no final do anga ásana, ainda incentivam seus alunos a improvisar uma coreografia propriamente dita, em regime de prática livre.

Se eventualmente, alguém supuser que o Yôga Antigo não possuía coreografias e que foi o Mestre DeRose que as introduziu, devemos corrigi-lo: o que fizemos foi resgatar uma estrutura antiga que estava quase perdida.

O súrya namaskára é considerado um soa mais antigos conjuntos de técnicas corporais do Yôga, que remonta aos tempos em que o homem primitivo cultuava o sol. Pois o súrya namaskára, saudação ao sol, é o mais eloqüente exemplo da existência do que denominamos coreografia, no seio do Yôga ancestral.

O súrya namaskára é a única coreografia ainda existente no acervo que o Hatha Yôga herdou dos Yôgas pretéritos, uma vez que o Hatha é um Yôga moderno, surgido no século XI da era cristã, e perdeu quase toda a sua tradição iniciática.

Portanto, o que hoje chamamos coreografia não só já existia como era uma forma de execução muito arcaica. Se atualmente é pouco conhecida, é por estar praticamente extinta. Quanto a parecer uma dança, não nos esqueçamos de que o criador do Yôga, Shiva, era um dançarino, e foi imortalizado na mitologia com o título de Natarája (rei dos bailarinos).

Consulte o livro da Anahí Flores:

Coreografias do SwáSthya Yôga.

Caso você ainda não tenha este livro, me consulte, pois na minha escola, ainda tenho alguns exemplares.

A ORIGEM DO HATHA YÔGA

 

A origem do Hatha Yôga, segundo a mitologia hindu.

Criado do Hatha Yôga

Criador do Hatha Yôga

Segundo a cronologia histórica do Yôga, a origem do Hatha Yôga deve-se a Gorakshanatha.

Lendo o Livro A TRADIÇÃO DO YÔGA, Editora Pensamento do Georg Feuerstein, você encontrará nas páginas 466 e 467, um relato muito gostoso a respeito do Hatha, com uma visão mitológica.

“Aconteceu naquela época que o Senhor Shiva estava transmitindo à sua esposa Umâ certas doutrinas secretas que até então não revelara a ninguém. Ela criara, no fundo do oceano, um recinto especial para que ninguém mais pudesse ouvir, por acaso, as palavras do Deus. Muitos peixes, porém, foram atraídos para a luminosa estrutura submarina, e entre eles o levita que engolira Mina. Sucedeu então que o pescador pôde ouvir, incógnito, as instruções secretas de Shiva. A certa altura, a Deusa caiu no sono. Quando Shiva perguntou: “Estás ouvindo:?”, um sonoro “sim!” fez-se ouvir de dentro da barriga do peixe. Usando o terceiro olho, Shiva penetrou com o olhar o estomago do monstro marinho e lá encontrou Mina. Alegrou-se imenso com a descoberta, dizendo: “ Agora vejo quem é o meu verdadeiro discípulo;” Voltando-se para a esposa sonolenta, declarou: “ vou passar a iniciação a ele, e não a ti.”

Mina agradecido, recebeu a iniciação e passou os doze anos seguintes – sem sair da barriga do peixe -  dedicando-se exclusivamente às práticas esotéricas que lhe tinham sido transmitidas pelo próprio grande Deus. Ao cabo desse período, outro pescador pegou o peixe e abriu-lhe a barriga, de onde saiu Mina já como um mestre plenamente realizado.

O maior discípulo de Mina ou Matsyendra foi Goraksha. Segundo a lenda, certa vez um camponesa implorou a Shiva que lhe desse um filho. Emocionado com as preces fervorosas da mulher, o grande Deus deu-lhe para comer uma cinza mágica, que lhe garantiria gravidez. Ela porém, em sua ignorância, lançou fora essa dádiva sem preço, atirando-a num monte de esterco. Doze anos depois, Matsyendra ouviu por acaso uma conversa entre Shiva  e sua divina esposa Parvatì. Desejoso de que a camponesa tivesse por fim o filho, Matsyendra  foi visitá-la. Encabulada ela confessou o que fizera com a dádiva misericordiosa de Shiva. O siddha, sem se perturbar, ordenou que El revirasse de novo o monte de esterco e eis que, ao fazê-lo, ela encontrou lá dentro um menino de doze anos, a quem deu o nome de Goraksha (“Protetor das Vacas”).

Matsyendra tomou Goraksha como discípulo e, pouco tempo depois, a fama deste já era maior que a do Mestre.

Goraksha, que viveu entre a metade do séc X d.C e a primeira do séc. XI d. C, é lembrado como o maior de todos os taumaturgos.

Muitas vezes, a invenção do Hatha Yôga é atribuído a Goraksha somente, apesar de muitos dos princípios e práticas dessa escola já existirem bem antes da época dele.”

Quem quer ler um livro sério de Yôga deve conhecer este  ATRADIÇÃO DO YÔGA. É um livro muito bom, bem escrito e o autor é reconhecido.

Com certesa você encontrará nas melhores livrarias ou sebos.

Matsyendra, Mestre de Gorakshanatha

Matsyendra, Mestre de Gorakshanatha

Força e flexibilidade

Força e flexibilidade.

 ásanas eu e Lu

Toda sexta-feira às 20:00h, na Unidade Alto da XV, temos o nosso treinamento de força e flexibilidade. Já ministro esta classe há mais de um ano. Neste período aprendi mais do que ensinei. Além disso conquistei  a amizade de muitos alunos.

No início, o que eu queria era aproveitar o tempo pro aperfeiçoamento das técnicas, ou seja, usava o treinamento pra mim também.

Aprendi muito, junto com os alunos. Tem aluno que pensa que o instrutor sabe tudo, mas não e bem assim, nas prática diária sempre aprendemos mais. E nestas aulas de sexta,  aprendi a ensinar minuciosamente os ásanas, percebi que cada pessoa entende de uma forma diferente e pra mim foi importante entender isto. Ficou claro que cada pessoa tem um grau de desenvolvimento. Com os cursos que fiz com outros instrutores e professores mais antigos consegui passar as técnicas para os alunos novatos,médios e avançados.

O melhor desta classe é o ambiente descontraído, com muitos sorrisos, simpatia de todos, tem horas que dá pra notar a alma no olhar de cada aluno.

Neste período, fiquei mais conhecido e experiente. Agora chegou o momento de uma nova fase, estou passando a turma para o instrutor Felipe. Agora nas sextas, nos encontraremos nos corredores, como amigos como sempre fomos.

Isso demonstra o que o Método DeRose pode fazer por você.

Desejo muita sorte ao Felipe, pois o vejo como um instrutor muito qualificado.

Um beijo a todos que participaram junto comigo, foi um prazer imenso.

Minha eterna gratidão.

 

Tiago Demeneck.

Mantras

Classificação dos Mantras.
Os mantras podem ser classificados de várias maneiras.  Para cada variante, um efeito distinto, configurando gradações em poder gerado pelo mantra, facilidade de execução. Vejamos algumas destas classificações:

É um tipo de mantra que possui letra, melodia e ritmo específicos. É alegre, tem uma natureza extroversora e a sua atuação é mais psicológica do que fisiológica. (CDs: MANTRA – Princípio, Palavra e Poder, MANTRA – Às Margens do Ganges e MANTRA – Kirtans da Índia Antiga).

Exemplo de Kirtan

SHAMBHÔ MAHADÊVA

Shambhô Mahádêva ChandrachúDa
ShaMkara samba Sadáshiva
GaÑgádhara Hara Kailása vása
Páhi mám PárvatíramaNa

São Paulo

Viagem pra São Paulo.
No mês de junho fui à São Paulo. Tivemos um super curso com o Mestre DeRose, viparita ashtánga sádhana, foi sensacional.
Saímos de Curitiba na sexta-feira bem cedinho e chegamos lá na hora do almoço. Olha, nunca tinha ido à São Paulo dirigindo e pior meus amigo também não. Hoje em dia tem GPS Google maps, porém eu ainda não tenho. Fui eu, o Ticiano a Ana Lúcia e a Júlia, todos instrutores de SwáSthya Yôga da Unidade Alto da XV. Nunca deu tão certo a viagem, foi perfeito, foi tão precisa a ida que os leitores podem não acreditar, ao chegar na Unidade Jaú que é a do Mestre, só tinha uma vaga na rua, justa aquela em frente da Unidade. Ual ! Muita sorte, só precisei de um cartão zona azul, pois já era meio dia, muita sorte mesmo, além disso o hotel do curso era umas duas quadras donde estávamos, hehehe dia feliz.
Mas teve mais, depois do curso fomos jantar com o Mestre, no Café Paris, mas como chegar lá? Muita sorte mesmo,era perto , fomos de carro e só tinha uma vaga na rua. Ual de novo!
Depois fomos muito bem recebidos pelo pessoal da Unidade Vila Mariana, onde dormimos e na volta pra casa, isso já no sábado, foi perfeito também, achamos super fácil a saída pra BR 116, claro que um taxista super gentil deu uma dica, mas foi super tranqüilo.
Mas como nem tudo na vida é perfeição, a única coisa que perturbou a minha viagem na ida e na volta, foi a Ana Lu, que não parou de gralhar o tempo todo, rsrsrsrs, brincadeirinha.
Como adoro São Paulo fica aqui o meu registro desta viagem e uma música de um cara que admiro muito o Sergio Dias dos Mutante.
São Paulo
São três da manhã em São Paulo
E a garoa se espalha no chão…
Acelero e o carro me guia o destino
E pela madrugada eu me vou
É como febre
O sangue me ferve nas veias…
Do concreto a poesia faz lar
A cidade do Rock me bate estaca…
No peito o coração derrapou
Eu tenho febre…
Teu som me toca…o teu nome é meu lar…
Uh uh uh uh uh uh hu
Tudo aqui…é metal…Tudo aqui é pedra…
Aqui é a terra de todos
Os estados deste pobre Brasil…
Em Sampa a gente encontra baiano cantando
Na esquina da avenida São João
É como febre
Eu vejo tudo em branco e preto
Como as listas da bandeira no ar
E meu turbo espirra cantando pneu
Eu corro e morro na marginal
Eu tenho febre…
Teu som me toca…o teu nome é meu lar…
Uh uh uh uh uh uh hu
Tudo aqui…é metal…Tudo aqui é pedra…
Me leva pra casa…”E a guitarra vou por entre a garoa…”
As meninas da Augusta me fazem
De tudo o que eu possa pagar…
Elas comem a lei do mercado livre,
São Paulo nunca pode parar
Eu tenho febre…
Teu som me toca…o teu nome é meu lar…
Uh uh uh uh uh uh hu

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