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Que legal essa entrevista do DeRose, assista também!

Algum tempo atrás era quem fazia o chai, já bem cedinho eu estava preparando esta deliciosa bebida, com as especiarias. Se você é aluno antigo da Unidade Alto da XV, com certeza já experimentou o meu chai,.

Não é difícil de prepará-lo, veja no vídeo e aprenda, vai ser bem gostoso.

Agora quem o faz é o Aluno Rafael, que aprendeu o Marcos e que aprendeu comigo. É o melhor chai do mundo ! Hehehe, ainda bem que ensinei direitinho.

Mestre DeRose

Mestre DeRose.

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Quem é esse cara? Quem ainda não conhece pode ter muitas dúvidas, mas quem conhece não tem dúvida nenhuma, esse cara é um amigão.

Neste feriadão teve um curso em São Paulo, e eu estava indo pra lá junto com meus amigos, o Felipe a Júlia e a Ana Lúcia, todos somos instrutores. Marcamos a viagem e saímos bem cedinho no domingo de manhã, só que veio o imprevisto, uma chuva torrencial, na estrada, e depois da curva tal, rodamos e saímos da rodovia. Nossa! Que sorte, não aconteceu nada com ninguém! E o carro sofreu pequenos arranhões.

Então retornamos para Curitiba, pois não havia mais condições de prosseguir.

Logo depois do almoço recebo uma ligação do Mestre DeRose:

_ Alô, Tiago?

_ Sim…(estava ainda sonolento)

_ Aqui é o DeRose. Como você está?

Esse cara não é demais? Lá em São Paulo, antes do curso, ele já sabia do ocorrido e me ligou pra saber como eu estava. Demais Né!

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 Vou contar como conheci o DeRose.

Há nove anos atrás, resolvi praticar o Método DeRose, não sabia nada, por isso mesmo resolvi experimentar. Fui muito bem recepcionado pelo professor Rogério Brant e já nas primeiras semanas gostei muito do Método, e ganhei muita experiência com o Rogério, pois ele sempre estava mais próximo do Mestre, já era um meio de receber o conhecimento. Porém sempre surgem as dúvidas, como era novato, não tinha aquela noção de seriedade sobre o assunto (Yôga), então fui às pesquisas, li os livros do DeRose e livros de outros autores de outras linhas e então percebi que esse Método que até hoje pratico é muito bom.

Um dia conheci pessoalmente o Mestre DeRose, lembro-me bem,  fomos até São Paulo num evento de várias linhas de Yôga e logo apareceu o Mestre, até então ele nunca tinha me visto, e me deu um abração que eu fiquei comovido. Foi o primeiro impacto.

Claro que depois fiz vários cursos, aqui em Curitiba e fora dela, e fiz a complementação pedagógica, onde depois me tornei  instrutor do Método DeRose, foi assistindo o vídeo 19 sobre Karma e Dharma, foi na segunda vez que assisti é que eu me motivei de verdade, assista você também se você for aluno do nosso método, ou assista no site, www.derose.org.br, assista as web classes, que são de graça.

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Coreografias

Coreografias.

 

Uma das características mais importantes do Método DeRose, é a aula ministrada pelo instrutor em formato de coreografia. Os melhores instrutores do Método DeRose estruturam suas aulas de maneira que o aluno execute passagens entre uma técnica e outra, criando um encadeamento harmonioso através dos ásanas. Evidentemente, para ensinar o Método assim, é preciso que o instrutor esteja sempre estudando e participando de cursos com professores altamente especializados.

Aqueles que realmente entenderam a mensagem do sistematizador dão aulas com o conteúdo, do início ao fim do sexto anga, em formato de coreografia. E, no final do anga ásana, ainda incentivam seus alunos a improvisar uma coreografia propriamente dita, em regime de prática livre.

Se eventualmente, alguém supuser que o Yôga Antigo não possuía coreografias e que foi o Mestre DeRose que as introduziu, devemos corrigi-lo: o que fizemos foi resgatar uma estrutura antiga que estava quase perdida.

O súrya namaskára é considerado um soa mais antigos conjuntos de técnicas corporais do Yôga, que remonta aos tempos em que o homem primitivo cultuava o sol. Pois o súrya namaskára, saudação ao sol, é o mais eloqüente exemplo da existência do que denominamos coreografia, no seio do Yôga ancestral.

O súrya namaskára é a única coreografia ainda existente no acervo que o Hatha Yôga herdou dos Yôgas pretéritos, uma vez que o Hatha é um Yôga moderno, surgido no século XI da era cristã, e perdeu quase toda a sua tradição iniciática.

Portanto, o que hoje chamamos coreografia não só já existia como era uma forma de execução muito arcaica. Se atualmente é pouco conhecida, é por estar praticamente extinta. Quanto a parecer uma dança, não nos esqueçamos de que o criador do Yôga, Shiva, era um dançarino, e foi imortalizado na mitologia com o título de Natarája (rei dos bailarinos).

Consulte o livro da Anahí Flores:

Coreografias do SwáSthya Yôga.

Caso você ainda não tenha este livro, me consulte, pois na minha escola, ainda tenho alguns exemplares.

 

A origem do Hatha Yôga, segundo a mitologia hindu.

Criado do Hatha Yôga

Criador do Hatha Yôga

Segundo a cronologia histórica do Yôga, a origem do Hatha Yôga deve-se a Gorakshanatha.

Lendo o Livro A TRADIÇÃO DO YÔGA, Editora Pensamento do Georg Feuerstein, você encontrará nas páginas 466 e 467, um relato muito gostoso a respeito do Hatha, com uma visão mitológica.

“Aconteceu naquela época que o Senhor Shiva estava transmitindo à sua esposa Umâ certas doutrinas secretas que até então não revelara a ninguém. Ela criara, no fundo do oceano, um recinto especial para que ninguém mais pudesse ouvir, por acaso, as palavras do Deus. Muitos peixes, porém, foram atraídos para a luminosa estrutura submarina, e entre eles o levita que engolira Mina. Sucedeu então que o pescador pôde ouvir, incógnito, as instruções secretas de Shiva. A certa altura, a Deusa caiu no sono. Quando Shiva perguntou: “Estás ouvindo:?”, um sonoro “sim!” fez-se ouvir de dentro da barriga do peixe. Usando o terceiro olho, Shiva penetrou com o olhar o estomago do monstro marinho e lá encontrou Mina. Alegrou-se imenso com a descoberta, dizendo: “ Agora vejo quem é o meu verdadeiro discípulo;” Voltando-se para a esposa sonolenta, declarou: “ vou passar a iniciação a ele, e não a ti.”

Mina agradecido, recebeu a iniciação e passou os doze anos seguintes – sem sair da barriga do peixe -  dedicando-se exclusivamente às práticas esotéricas que lhe tinham sido transmitidas pelo próprio grande Deus. Ao cabo desse período, outro pescador pegou o peixe e abriu-lhe a barriga, de onde saiu Mina já como um mestre plenamente realizado.

O maior discípulo de Mina ou Matsyendra foi Goraksha. Segundo a lenda, certa vez um camponesa implorou a Shiva que lhe desse um filho. Emocionado com as preces fervorosas da mulher, o grande Deus deu-lhe para comer uma cinza mágica, que lhe garantiria gravidez. Ela porém, em sua ignorância, lançou fora essa dádiva sem preço, atirando-a num monte de esterco. Doze anos depois, Matsyendra ouviu por acaso uma conversa entre Shiva  e sua divina esposa Parvatì. Desejoso de que a camponesa tivesse por fim o filho, Matsyendra  foi visitá-la. Encabulada ela confessou o que fizera com a dádiva misericordiosa de Shiva. O siddha, sem se perturbar, ordenou que El revirasse de novo o monte de esterco e eis que, ao fazê-lo, ela encontrou lá dentro um menino de doze anos, a quem deu o nome de Goraksha (“Protetor das Vacas”).

Matsyendra tomou Goraksha como discípulo e, pouco tempo depois, a fama deste já era maior que a do Mestre.

Goraksha, que viveu entre a metade do séc X d.C e a primeira do séc. XI d. C, é lembrado como o maior de todos os taumaturgos.

Muitas vezes, a invenção do Hatha Yôga é atribuído a Goraksha somente, apesar de muitos dos princípios e práticas dessa escola já existirem bem antes da época dele.”

Quem quer ler um livro sério de Yôga deve conhecer este  ATRADIÇÃO DO YÔGA. É um livro muito bom, bem escrito e o autor é reconhecido.

Com certesa você encontrará nas melhores livrarias ou sebos.

Matsyendra, Mestre de Gorakshanatha

Matsyendra, Mestre de Gorakshanatha

Força e flexibilidade.

 ásanas eu e Lu

Toda sexta-feira às 20:00h, na Unidade Alto da XV, temos o nosso treinamento de força e flexibilidade. Já ministro esta classe há mais de um ano. Neste período aprendi mais do que ensinei. Além disso conquistei  a amizade de muitos alunos.

No início, o que eu queria era aproveitar o tempo pro aperfeiçoamento das técnicas, ou seja, usava o treinamento pra mim também.

Aprendi muito, junto com os alunos. Tem aluno que pensa que o instrutor sabe tudo, mas não e bem assim, nas prática diária sempre aprendemos mais. E nestas aulas de sexta,  aprendi a ensinar minuciosamente os ásanas, percebi que cada pessoa entende de uma forma diferente e pra mim foi importante entender isto. Ficou claro que cada pessoa tem um grau de desenvolvimento. Com os cursos que fiz com outros instrutores e professores mais antigos consegui passar as técnicas para os alunos novatos,médios e avançados.

O melhor desta classe é o ambiente descontraído, com muitos sorrisos, simpatia de todos, tem horas que dá pra notar a alma no olhar de cada aluno.

Neste período, fiquei mais conhecido e experiente. Agora chegou o momento de uma nova fase, estou passando a turma para o instrutor Felipe. Agora nas sextas, nos encontraremos nos corredores, como amigos como sempre fomos.

Isso demonstra o que o Método DeRose pode fazer por você.

Desejo muita sorte ao Felipe, pois o vejo como um instrutor muito qualificado.

Um beijo a todos que participaram junto comigo, foi um prazer imenso.

Minha eterna gratidão.

 

Tiago Demeneck.

Mantras

Classificação dos Mantras.
Os mantras podem ser classificados de várias maneiras.  Para cada variante, um efeito distinto, configurando gradações em poder gerado pelo mantra, facilidade de execução. Vejamos algumas destas classificações:

É um tipo de mantra que possui letra, melodia e ritmo específicos. É alegre, tem uma natureza extroversora e a sua atuação é mais psicológica do que fisiológica. (CDs: MANTRA – Princípio, Palavra e Poder, MANTRA – Às Margens do Ganges e MANTRA – Kirtans da Índia Antiga).

Exemplo de Kirtan

SHAMBHÔ MAHADÊVA

Shambhô Mahádêva ChandrachúDa
ShaMkara samba Sadáshiva
GaÑgádhara Hara Kailása vása
Páhi mám PárvatíramaNa

São Paulo

Viagem pra São Paulo.
No mês de junho fui à São Paulo. Tivemos um super curso com o Mestre DeRose, viparita ashtánga sádhana, foi sensacional.
Saímos de Curitiba na sexta-feira bem cedinho e chegamos lá na hora do almoço. Olha, nunca tinha ido à São Paulo dirigindo e pior meus amigo também não. Hoje em dia tem GPS Google maps, porém eu ainda não tenho. Fui eu, o Ticiano a Ana Lúcia e a Júlia, todos instrutores de SwáSthya Yôga da Unidade Alto da XV. Nunca deu tão certo a viagem, foi perfeito, foi tão precisa a ida que os leitores podem não acreditar, ao chegar na Unidade Jaú que é a do Mestre, só tinha uma vaga na rua, justa aquela em frente da Unidade. Ual ! Muita sorte, só precisei de um cartão zona azul, pois já era meio dia, muita sorte mesmo, além disso o hotel do curso era umas duas quadras donde estávamos, hehehe dia feliz.
Mas teve mais, depois do curso fomos jantar com o Mestre, no Café Paris, mas como chegar lá? Muita sorte mesmo,era perto , fomos de carro e só tinha uma vaga na rua. Ual de novo!
Depois fomos muito bem recebidos pelo pessoal da Unidade Vila Mariana, onde dormimos e na volta pra casa, isso já no sábado, foi perfeito também, achamos super fácil a saída pra BR 116, claro que um taxista super gentil deu uma dica, mas foi super tranqüilo.
Mas como nem tudo na vida é perfeição, a única coisa que perturbou a minha viagem na ida e na volta, foi a Ana Lu, que não parou de gralhar o tempo todo, rsrsrsrs, brincadeirinha.
Como adoro São Paulo fica aqui o meu registro desta viagem e uma música de um cara que admiro muito o Sergio Dias dos Mutante.
São Paulo
São três da manhã em São Paulo
E a garoa se espalha no chão…
Acelero e o carro me guia o destino
E pela madrugada eu me vou
É como febre
O sangue me ferve nas veias…
Do concreto a poesia faz lar
A cidade do Rock me bate estaca…
No peito o coração derrapou
Eu tenho febre…
Teu som me toca…o teu nome é meu lar…
Uh uh uh uh uh uh hu
Tudo aqui…é metal…Tudo aqui é pedra…
Aqui é a terra de todos
Os estados deste pobre Brasil…
Em Sampa a gente encontra baiano cantando
Na esquina da avenida São João
É como febre
Eu vejo tudo em branco e preto
Como as listas da bandeira no ar
E meu turbo espirra cantando pneu
Eu corro e morro na marginal
Eu tenho febre…
Teu som me toca…o teu nome é meu lar…
Uh uh uh uh uh uh hu
Tudo aqui…é metal…Tudo aqui é pedra…
Me leva pra casa…”E a guitarra vou por entre a garoa…”
As meninas da Augusta me fazem
De tudo o que eu possa pagar…
Elas comem a lei do mercado livre,
São Paulo nunca pode parar
Eu tenho febre…
Teu som me toca…o teu nome é meu lar…
Uh uh uh uh uh uh hu

Alegria sincera

Alegria Sincera – uma das principais características do SwáSthya

“Nossa cultura ocidental em geral entende que somente através de provas e sofrimento crescemos e nos desenvolvemos como seres humanos. Mas, será que não existe uma alternativa de desenvolvimento pessoal através do prazer?

O SwáSthya, o Yôga antigo, possui oito principais características, dentre elas temos a alegria sincera. Esta característica da filosofia ensina como cultivar o bom relacionamento humano, e entender que não precisamos sofrer necessariamente para nos desenvolver, existe sempre a alternativa de crescimento através do prazer e da felicidade, o que quebra fortemente o paradigma vigente em nossa sociedade. Esta filosofia, por ser de origem muito arcaica e, portanto, matriarcal, desrepressora e sensorial busca estimular a alegria no praticante em todas as situações. Afinal, o que todos nós desejamos em nossas vidas? Felicidade. Mas, como treinar isso em nós mesmos? Como reprogramar nossa mente e nossas emoções para permear nossa vida com contentamento?

Todas as práticas do SwáSthya são trabalhadas com o conceito da satisfação, do bem-estar e da alegria. Dentre as muitas técnicas, temos nosso código de ética de dez normas, que é inspirado no Yôga Sútra de Pátañjali. A sétima norma ética chama-se santôsha, que quer dizer contentamento. Alegria Sincera pode ser entendida como contentamento. Mas, na prática como isso impacta a vida do praticante?

A seguir irei descrever e comentar algumas passagens do código de ética que se encontra no livro “Boas Maneiras” e “Tratado de Yôga”, DeRose. Essas passagens desenvolvem a norma ética do contentamento.

“O yôgin deve cultivar a arte de extrair contentamento de todas as situações.” Imagine você dirigindo diariamente no trânsito de São Paulo. Provavelmente irá despender um bom tempo por dia. Você terá duas opções: ficar reclamando todo dia, gerando insatisfação em si mesmo e nos que o cercam, ou utilizar o tempo de maneira agradável e útil. Não tenho dúvidas que todos concordam que a opção dois é muito mais interessante e prazerosa. Sugestão, você pode ter um iPod, ou algo parecido e a cada dia conhecer um álbum musical novo, uma nova banda, um novo estilo musical. Assim você ganhará cultura, irá se divertir e ainda poderá selecionar as melhores músicas para ouvir com amigos e família. Imagine se você conseguir transformar todas as situações que hoje julga desagradável em algo prazeroso? Para isto você precisará observar a norma ética do auto-estudo, swádhyáya.

“O contentamento e sua antítese, o descontentamento, são independentes das circunstâncias geradoras. Surgem, crescem e cingem o indivíduo apenas devido à existência do gérmen desses sentimentos no âmago da personalidade.” Esta frase é fantástica e exprime nossa mais pura essência. Não importa onde trabalhamos, onde vivemos ou com quem nos relacionamos, o que importa realmente é nossa predisposição perante as situações da vida. Podemos sorrir para ela ou chorar, e nossa vida será um espelho que refletirá exatamente o que projetamos. Sorrindo, cultivando o contentamento em todas as situações, nossa vida se enriquece, torna-se realizadora e cheia de amigos. A vida afetiva transborda satisfação, e naturalmente a estabilidade econômica se apresenta. Temos uma prática denominada – desenvolva sua mente, desenvolvida pelo educador DeRose – que ensina como reprogramar sua mente para desenvolver a alegria sincera.

“Preceito moderador: A observância de santôsha não deve induzir à acomodação daqueles que usam o pretexto do contentamento para não se aperfeiçoar.” Toda norma ética do SwáSthya tem seu preceito moderador, neste caso é importante não confundir contentamento com comodismo. A natureza é o maior exemplo de auto-superação, outra norma ética da nossa filosofia chamada tapas, e nós devemos seguir pelo mesmo caminho superando-nos sempre, mas com muita alegria.”

Texto extraído do site da Unidade Vila Mariana, escrito pelo diretor Gustavo Oliveira.

amigos

amigos de Belo Horizonte e de Brasíla, Laura e Ricardo.

Star trek

Mas que alegria ter visto ontem no cimena, o filme Star Trek. Foi muito legal, a nostalgia estava a mil. Imaginem vocês que na época que passava o seriado eu era um garoto e meu personagem preferido era o Spock.

O Spock era inteligente, de outro planeta (Vulcano), sério, um cara que nunca sorria, mas mesmo assim gostava muito dele. Minha emoção agigantou-se quando o prime Spock apareceu nas filmagens, já bem velhinho, mas com muita disposição. Foi muito bom, aproveitem pois vale a pena.

Segue abaixo uma consulta que fiz na Wikipédia

spock

Trek (em Portugal O Caminho das Estrelas; no Brasil Jornada nas Estrelas) é uma marca de ficção científica estadunidense criada pelo roteirista e produtor Gene Roddenberry na década de 1960 e posteriormente desenvolvida por ele e por outros produtores. O universo ficcional de Star Trek é o cenário de seis séries televisivas, onze filmes para o cinema, centenas de livros – romances, banda desenhada, desenho animado, enciclopédias, dicionários, “manuais técnicos” e mesmo textos científicos e filosóficos -, dúzias de jogos para computador e consoles e um parque temático em Las Vegas.

No “universo” de Star Trek, a humanidade desenvolveu a tecnologia das viagens espaciais mais rápidas que a luz após uma fase pós-apocalíptica em meados do século XXI. Posteriormente, os seres humanos uniram-se a outras espécies da galáxia para formar a Federação Unida de Planetas. Resultado da intervenção alienígena e do progresso científico, a humanidade, na altura do século XXIII, já teria superado muitos de seus defeitos e vicissitudes, teria erradicado doenças e a pobreza e se dedicaria a explorar novos mundos. As histórias de Star Trek costumam descrever as aventuras de seres humanos e alienígenas que servem na Frota Estelar da Federação.

Os protagonistas são, em geral, altruístas, com ideais que por vezes são aplicados de maneira imperfeita aos dilemas apresentados nas histórias. Os conflitos e a dimensão política de Star Trek formam alegorias que representam as realidades culturais de hoje: a série original comentava a realidade dos anos 1960, do mesmo modo que as séries posteriores refletem os valores e questões da época em que foram produzidas. Em geral, as séries abordam temas como guerra e paz, autoritarismo, imperialismo, conflito de classes, racismo, direitos humanos, sexismo e feminismo e o papel da tecnologia.

Televisão

O fenômeno Star Trek surgiu como uma série de televisão em 1966, após seis anos de planejamento. Embora a série original (1966-1969) tenha sido cancelada após a terceira temporada, devido à baixa audiência, serviu de base para outras cinco séries televisivas de Star Trek. As seis séries totalizam 726 episódios, aos quais se acrescentam onze longa-metragens para o cinema. Isto faz de Star Trek o mais prolífico universo de ficção científica da história depois de Doctor Who.

Nos anos 1960, a série fez história por ter introduzido um personagem russo em plena Guerra Fria, o tenente Pavel Chekov, navegador, e uma atriz negra, Nichelle Nichols, para um papel destacado num período onde a segregação racial ainda era muito forte nos EUA. Nichols, personificando a tenente Uhura, oficial de comunicações, teve ainda o mérito de protagonizar com William Shatner o primeiro beijo interracial da televisão estadunidense.[1]

A série original (19661969)

Ver artigo principal: Star Trek: A Série Original

O ator James Doohan, que interpretava o engenheiro-chefe Scotty.

Star Trek (abreviada para TOS, de The Original Series) estreou na estação televisiva NBC em 8 de Setembro de 1966. Contava a história de uma tripulação da nave estelar USS Enterprise da Federação dos Planetas Unidos e as suas aventuras “onde nenhum homem se tinha atrevido a estar antes” (“onde nenhum homem jamais esteve”, no Brasil). Numa visão utópica do século XXIII, estes personagens encontravam-se numa missão de cinco anos para explorar novos mundos e procurar novas formas de vida e civilizações.

A série teve um filme piloto, com Jeffrey Hunter como o capitão da nave estelar. O filme terminou por não ser exibido, mas suas imagens foram aproveitadas num episódio em duas partes da série. Os únicos atores da série a participar do filme foram Leonard Nimoy, como Spock, e Majel Barrett, como “Número Um” (“Imediato“), personagem que não foi incluída na série por exigência da Paramount. Majel Barrett (que viria a casar-se com Gene Roddenberry) continuou na série no papel da enfermeira Christine Chapel.

Os níveis de audiência eram baixos e a renovação de contratos publicitários difícil, pelo que houve intenção da cancelar no final da segunda temporada. Deve-se aos fãs da série e à sua campanha sem precedentes ter convencido a NBC a produzir uma terceira temporada. O último episódio desta foi transmitido em 3 de Junho de 1969, muitos culpando as fracas audiências desta temporada o ter passado a ser transmitido às sexta-feiras à noite.

A série tornou-se um fenómeno de popularidade crescente com a repetição em outros canais dos seus episódios, fazendo aumentar o número de fãs, os quais são denominados Trekkies. Inclusivamente, o regresso de uma nova série (Star Trek: Fase Dois) com os mesmos actores esteve iminente com o início das filmagens dez anos mais tarde, mas os responsáveis acabariam por voltar atrás nas suas intenções e optarem por lançar um filme para os cinemas, Star Trek: The Motion Picture (“O Caminho das Estrelas — O Filme”, em Portugal; no Brasil, “Jornada nas Estrelas: O Filme”), o primeiro de seis com os personagens da série original. O sétimo incluiria ainda alguns personagens da TOS.

Exibição

No Brasil, a série estreou pela extinta TV Excelsior no final dos anos 1960 e foi reexibida pela Rede Bandeirantes, Rede Manchete, Rede Record e Canal USA. Recentemente foi exibida pela Rede 21. As três temporadas também foram lançadas em DVD no mercado brasileiro.

Star Trek e a sociedade

Star Trek tornou-se uma indústria multi-bilionária, hoje de propriedade da CBS. Ao criar o universo ficcional, Gene Roddenberry pretendeu contar histórias sofisticadas usando situações futurísticas como analogias para problemas atuais na Terra. A linha de abertura da série original, “Audaciosamente indo onde nenhum homem jamais esteve”, foi inspirada, quase integralmente, de uma brochura da Casa Branca acerca do espaço, produzida após o lançamento do Sputnik, em 1957. O trio central da narrativa, Kirk, Spock e McCoy, foi moldado conforme padrões mitológicos. Roddenberry incluiu uma tripulação multi-étnica, aludindo à diversidade humana e a circunstâncias políticas da época.

Star Trek e seus sub-produtos mostraram-se altamente populares em reprises na televisão e aparecem hoje em canais de TV de todo o mundo. O impacto cultural das séries inclui convenções de fãs e uma subcultura própria.

Considera-se que as séries motivaram o design de muitas tecnologias atuais, como o Tablet PC, o PDA, o telefone celular e o exame de ressonância magnética.

Em 1976, após uma campanha de fãs por meio de cartas, a NASA deu o nome Enterprise a um dos seus ônibus espaciais.

[editar] Trekkers ou Trekkies

São chamados de trekkies ou trekkers os fãs das séries que compõem o universo de Star Trek. Não existe consenso sobre a diferença entre um e outro, mas alguns fãs que se autodenominam trekkers não gostam de ser chamados de trekkies e vice-versa.

A partir dos anos 1970, os trekkies (ou trekkers) popularizaram práticas como o Cosplay, o Fanfiction e as Convenções de fãs.

panda

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